domingo, 14 de fevereiro de 2010


Escrever é me auto-conhecer e ao mesmo tempo despir todas as sensações de quem quer ler-me. Desnudar a alma e permitir que sejam vistas todas as minhas angústias, anseios, medos, vontades. É mostrar quem eu sou, a que vim, o que quero, é contar um pouco da minhas história e saber que muitos podem nem entender. Que meus parágrafos podem parecer desconexos, sem sentido. Ás vezes fragmentos podem me descrever com totalidade, e em alguns momentos, me desvendar significa mergulhar na superfície de mares profundos, enquanto outros, em profundidades superficiais.
Não sou tão complexa. Hoje posso ser Clarice, amanhã já nem sei... Pura ambivalência, paradoxo total!

'- Fraseando a intensa idéia de que a mistura entre a realidade e a fantasia me fazem muito mais real do que o que os olhos podem tocar. E eu me recuso a não ser assim!